13 Anos do Jornal INVERTA: Um
marco histórico na imprensa revolucionária brasileira
As comemorações oficiais
dos 13 anos do Jornal INVERTA - Semanário Comunista Voz Operária
- e Órgão Central do Partido Comunista Marxista-Leninista
(Brasil), mais que um ato de confraternização entre militantes,
colaboradores e amigos leitores, é um ato que reafirma, por um
lado, os princípios e diretrizes teóricas revolucionárias
que deram suporte a sua linha editorial ao longo deste período;
por outro, reafirma também o seu papel prático dentro
do plano geral de luta pela refundação do Partido Comunista
no país. Este fato se comprova tanto pelo tempo de existência
de sua publicação regular, sistemática e ininterrupta
que, ao completar 13 anos, constituiu um novo marco dentro da história
de todas as publicações revolucionárias congêneres
já existentes no Brasil, como a de mais longa duração
e circulação ininterrupta; quanto, sobretudo, pela sua
capacidade de agregar em suas fileiras um corpo cada vez mais expressivo
e qualificado de comunistas revolucionários, que produz e difunde
suas diretrizes, idéias e informações entre milhares
de militantes e trabalhadores em todo o país, unificando e impulsionando
a luta pela revolução comunista e o internacionalismo
proletário.
O Jornal INVERTA, através das formas mais variadas de difusão:
assinaturas, bancas de jornal ou ação militante direta
de seus membros, simpatizantes e amigos, inclusive os modernos meios
de comunicação – a Internet – chega a aproximadamente
todos os estados da Federação, com maior expressão
nas grandes metrópoles (e centros urbanos e rurais), onde se
concentra a classe operária e os trabalhadores em geral, destacando-se:
Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná,
Brasília, Ceará, Paraíba, Bahia, Pará. Mas
esta realidade histórica é ainda mais rica do que se possa
imaginar, considerando que, pelos caminhos que o Jornal INVERTA circula,
estabelecendo base de leitores e colaboradores, também segue
a circulação do Granma Internacional, Jornal oficial do
Partido Comunista de Cuba, a revista Resistência das FARC-EP (Forças
Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército
do Povo) e agora a Prensa Latina e todas as suas publicações,
como Prisma, Cuba Hoje, Vietnã e Avanços Médicos,
entre as mais conhecidas no Brasil. E assim, mais que um núcleo
ativo de pensamento e organização de revolucionários
no país, sua organização se converteu em uma base
do pensamento e da luta revolucionária na América Latina,
daí o respeito, admiração e presença cada
vez maior que adquiriu entre os agrupamentos e lutadores revolucionários
na América Latina e no mundo.
O Jornal INVERTA hoje mantém um intercâmbio com jornais
comunistas e veículos de comunicação revolucionários
de quase todos os continentes do mundo, entre os quais podemos destacar
os jornais: A Foice e o Martelo, do Partido Comunista Bolchevique de
toda União (Rússia); o Relâmpago, do Partido Comunista
Russo (Rússia); Transparência, do Partido Comunista da
União Soviética (Rússia); A Bandeira Vermelha,
do Partido Comunista Alemão; Trabalho, do Partido Comunista Marxista-Leninista
da Alemanha; Unidade e Luta, do Partido Comunista dos Povos da Espanha;
Solidariedade, do Partido do Trabalho da Bélgica; Em Marcha,
do Partido Comunista Marxista-Leninista do Equador; Proletário,
do Partido Comunista Marxista-Leninista Revolucionário da Suécia;
Voz, do Partido Comunista Colombiano; Granma, do Partido Comunista Cubano;
além de revistas teóricas, como Northstar Compass, do
Conselho Internacional de amizade e solidariedade com o povo soviético,
e agências de notícias como a Xinhua (Nova China) e Venpres
(Agência de Notícias da Venezuela). Fora deste intercâmbio
impresso, também por via Internet, as relações
de colaboração e intercâmbio de notícias
e das experiências de luta são expressivas e avançadas,
com inúmeros periódicos digitais e grupos de revolucionários,
no país e fora dele, com militância neste setor, entre
os quais podemos destacar: a Agência de Notícias da Nova
Colômbia. Para várias destas organizações
revolucionárias, o INVERTA já se tornou parte do movimento
comunista internacional e sua contribuição algo bastante
significativo, o que se pode comprovar pelos correspondentes e amigos
que mantém na Suécia, França, Itália e Moçambique.
Naturalmente, a questão que se impõe a partir do seu 13º
aniversário e novo marco histórico de existência
como publicação comunista revolucionária atingido
é: até quando o Jornal INVERTA continuará a cumprir
o seu papel histórico; tanto no sentido da conclusão da
sua tarefa, quanto no sentido de vencer as barreiras, armadilhas e perseguições
das oligarquias e seus agentes com o propósito de desviá-lo
ou sabotá-lo? Sem dúvida, estas questões são
impossíveis de se responder com absoluta certeza, pois seria
como adivinhar os números de uma loteria. Contudo, como dizia
Lênin, “a coincidência é resultante da interseção
de duas perspectivas”, logo, que fique claro que da perspectiva
da firmeza de princípios revolucionários, vontade e determinação,
nossa decisão, enquanto organização do INVERTA,
é resistir até o último homem e vencer os obstáculos
e ciladas do inimigo de classe e do povo (as oligarquias burguesas e
seus agentes), a exemplo do que fizeram Marx e Engels, na Nova Gazeta
Renana, durante a revolução de 1848 na Alemanha; e de
Lênin e os bolcheviques, no Iskra, na Rússia, que desenvolveram
o papel tático do jornal, como propagandista e agitador coletivo
e o papel estratégico, de organizador coletivo, cuja organização
revolucionária foi a base para unificar e comandar a luta de
classe até a vitória (a Revolução Proletária
de Outubro de 1917). Mas sabemos que não é apenas esta
perspectiva que conta para a vitória da revolução
em nosso país, pois, ao contrário do que muitos imaginam
em termos da luta de classes, o processo não é uma “aquarela”,
aqui a tela não recebe tudo o que se pinta – a cor da tinta
é importante – e, sobretudo, que esqueçamos que
não somos apenas nós que pintamos esta história,
as mãos das oligarquias e dos seus agentes pagos para destruírem
o movimento revolucionário (oportunistas de todas as laias, traidores,
vacilões, e até os exibicionistas e vaidosos) correm na
contramão da história banhados de sangue da dominação,
exploração e opressão histórica sobre nosso
povo – parafraseando Fidel Castro - “em troca das migalhas
do banquete das oligarquias burguesas e dos imperialistas”.
Portanto, é preciso saber até que ponto nossa organização
será forte o suficiente e a conjuntura histórica poderá
auxiliar esta grandiosa tarefa da revolução em nosso país.
Neste sentido, cabe a todos os comunistas revolucionários, amigos,
simpatizantes e colaboradores nestes 13 anos, tanto refletir sobre suas
tarefas e compromissos revolucionários históricos, como
renová-los em grande clima de consciência e júbilo,
afinal, os 13 anos de luta do Jornal INVERTA, por si só, já
são uma grande vitória, portanto, acima de tudo, é
a comemoração de Uma Outra Grande Iniciativa e prova irrefutável,
pois prática, que não só lhe dá condição
de professar idéias revolucionárias contra o sistema e
em defesa da revolução comunista no Brasil, como em todo
o mundo, em especial na América Latina e mais particularmente
Cuba, Venezuela e a que se processa na Colômbia e está
por um triz na Bolívia, Peru e Equador. Para a centena de camaradas
que em todas as partes faz do Jornal INVERTA e sua organização
uma realidade revolucionária, para o leitor, o amigo e o colaborador,
que fiquem certos de nosso compromisso de luta e resistência ao
sistema do capital e imperialista, até o último homem.
Para nós, morrer em combate é viver para a revolução
comunista e a marcha de nosso povo, em especial do proletariado internacional
para sua libertação até a vitória, como
dizia Che Guevara! E que também estejam certos todos aqueles
que atuam em nossa empreitada revolucionária que de cada um o
seu trabalho e capacidade formam a base socializada de nosso trabalho
revolucionário e todos merecemos esta comemoração
pois ela é celebração e compromisso de luta e liberdade:
luta de classe, luta comunista, luta revolucionária!
Viva os 13 anos do Jornal INVERTA - nossa Voz Operária!
Todos à tarefa de refundação do Partido Comunista,
sob os princípios do Marxismo-Leninismo, em nosso país!
Todos em defesa do Comunismo e da Revolução na América
Latina – Cuba, Venezuela, Colômbia – e no Mundo!
Viva a todos que participaram em vida e os que participam da construção
do Jornal INVERTA!
O Jornal INVERTA é um órgão a serviço
do Partido Comunista Marxista-Leninista - e é uma publicação
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de Moura, Helena Campos, Lucio Fernando, GTNM-SP, Carlos A.G.Brito,
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